Apocalipse 6

Almeida Atualizada · Moderna · 17 versículos

1

Almeida

E vi quando o Cordeiro abriu um dos sete selos, e ouvi um dos quatro seres viventes dizer numa voz como de trovão: Vem!

Moderna

Vi quando o Cordeiro abriu um dos sete selos, e ouvi um dos quatro seres viventes dizer com uma voz como de trovão: Vem!

2

Almeida

Olhei, e eis um cavalo branco; e o que estava montado nele tinha um arco; e foi-lhe dada uma coroa, e saiu vencendo, e para vencer.

Moderna

Olhei, e havia um cavalo branco; e o que estava montado nele tinha um arco; e foi-lhe dada uma coroa, e ele saiu vencendo, e para vencer.

3

Almeida

Quando ele abriu o segundo selo, ouvi o segundo ser vivente dizer: Vem!

Moderna

Quando ele abriu o segundo selo, ouvi o segundo ser vivente dizer: Vem!

4

Almeida

E saiu outro cavalo, um cavalo vermelho; e ao que estava montado nele foi dado que tirasse a paz da terra, de modo que os homens se matassem uns aos outros; e foi-lhe dada uma grande espada.

Moderna

E saiu outro cavalo, um cavalo vermelho; e ao que estava montado nele foi dado que tirasse a paz da terra, de modo que os homens se matassem uns aos outros; e foi-lhe dada uma grande espada.

5

Almeida

Quando abriu o terceiro selo, ouvi o terceiro ser vivente dizer: Vem! E olhei, e eis um cavalo preto; e o que estava montado nele tinha uma balança na mão.

Moderna

Quando abriu o terceiro selo, ouvi o terceiro ser vivente dizer: Vem! Olhei, e havia um cavalo preto; e o que estava montado nele tinha uma balança na mão.

6

Almeida

E ouvi como que uma voz no meio dos quatro seres viventes, que dizia: Um queniz de trigo por um denário, e três quenizes de cevada por um denário; e não danifiques o azeite e o vinho.

Moderna

E ouvi como que uma voz no meio dos quatro seres viventes, que dizia: Um queniz de trigo por um denário, e três quenizes de cevada por um denário; e não estragues o azeite e o vinho.

7

Almeida

Quando abriu o quarto selo, ouvi a voz do quarto ser vivente dizer: Vem!

Moderna

Quando abriu o quarto selo, ouvi a voz do quarto ser vivente dizer: Vem!

8

Almeida

E olhei, e eis um cavalo amarelo, e o que estava montado nele chamava-se Morte; e o inferno seguia com ele; e foi-lhe dada autoridade sobre a quarta parte da terra, para matar com a espada, e com a fome, e com a peste, e com as feras da terra.

Moderna

Olhei, e havia um cavalo amarelo, e o que estava montado nele se chamava Morte; e o inferno o seguia; e foi-lhe dada autoridade sobre a quarta parte da terra, para matar com a espada, com a fome, com a peste e com as feras da terra.

9

Almeida

Quando abriu o quinto selo, vi debaixo do altar as almas dos que tinham sido mortos por causa da palavra de Deus e por causa do testemunho que deram.

Moderna

Quando abriu o quinto selo, vi debaixo do altar as almas dos que tinham sido mortos por causa da palavra de Deus e por causa do testemunho que deram.

10

Almeida

E clamaram com grande voz, dizendo: Até quando, ó Soberano, santo e verdadeiro, não julgas e vingas o nosso sangue dos que habitam sobre a terra?.

Moderna

E clamaram com grande voz, dizendo: Até quando, ó Soberano, santo e verdadeiro, você não julga e vinga o nosso sangue sobre os que habitam na terra?

11

Almeida

E foram dadas a cada um deles compridas vestes brancas e foi-lhes dito que repousassem ainda por um pouco de tempo, até que se completasse o número de seus conservos, que haviam de ser mortos, como também eles o foram.

Moderna

E foram dadas a cada um deles compridas vestes brancas, e foi-lhes dito que repousassem ainda por um pouco de tempo, até que se completasse o número de seus companheiros de serviço que haviam de ser mortos, assim como eles também o foram.

12

Almeida

E vi quando abriu o sexto selo, e houve um grande terremoto; e o sol tornou-se negro como saco de cilício, e a lua toda tornou-se como sangue;

Moderna

Vi quando ele abriu o sexto selo, e houve um grande terremoto; e o sol ficou negro como pano de cilício, e a lua toda ficou como sangue;

13

Almeida

e as estrelas do céu caíram sobre a terra, como quando a figueira, sacudida por um vento forte, deixa cair os seus figos verdes.

Moderna

e as estrelas do céu caíram sobre a terra, como quando a figueira, sacudida por um vento forte, deixa cair os seus figos verdes.

14

Almeida

E o céu recolheu-se como um livro que se enrola; e todos os montes e ilhas foram removidos dos seus lugares.

Moderna

E o céu se recolheu como um livro que se enrola; e todos os montes e ilhas foram removidos dos seus lugares.

15

Almeida

E os reis da terra, e os grandes, e os chefes militares, e os ricos, e os poderosos, e todo escravo, e todo livre, se esconderam nas cavernas e nas rochas das montanhas;

Moderna

E os reis da terra, e os grandes, e os chefes militares, e os ricos, e os poderosos, e todo escravo, e todo livre, se esconderam nas cavernas e nas rochas das montanhas;

16

Almeida

e diziam aos montes e aos rochedos: Caí sobre nós, e escondei-nos da face daquele que está assentado sobre o trono, e da ira do Cordeiro;

Moderna

e diziam aos montes e aos rochedos: Caiam sobre nós e nos escondam da presença daquele que está assentado no trono, e da ira do Cordeiro;

17

Almeida

porque é vindo o grande dia da ira deles; e quem poderá subsistir?

Moderna

porque chegou o grande dia da ira deles; e quem poderá subsistir?