Jó 7
Almeida Atualizada · Moderna · 21 versículos
Almeida
Porventura não tem o homem duro serviço sobre a terra? E não são os seus dias como os do jornaleiro?
Moderna
Por acaso não tem o homem um serviço duro sobre a terra? E não são os seus dias como os do trabalhador diarista?
Porventura não tem o homem duro serviço sobre a terra? E não são os seus dias como os do jornaleiro?
Por acaso não tem o homem um serviço duro sobre a terra? E não são os seus dias como os do trabalhador diarista?
Almeida
Como o escravo que suspira pela sombra, e como o jornaleiro que espera pela sua paga,
Moderna
Como o escravo que suspira pela sombra, e como o trabalhador que espera pela sua paga,
Como o escravo que suspira pela sombra, e como o jornaleiro que espera pela sua paga,
Como o escravo que suspira pela sombra, e como o trabalhador que espera pela sua paga,
Almeida
assim se me deram meses de escassez, e noites de aflição se me ordenaram.
Moderna
assim se me deram meses de escassez, e noites de aflição me foram impostas.
assim se me deram meses de escassez, e noites de aflição se me ordenaram.
assim se me deram meses de escassez, e noites de aflição me foram impostas.
Almeida
Havendo-me deitado, digo: Quando me levantarei? Mas comprida é a noite, e farto-me de me revolver na cama até a alva.
Moderna
Quando me deito, digo: Quando vou me levantar? Mas a noite é longa, e me canso de me revolver na cama até o amanhecer.
Havendo-me deitado, digo: Quando me levantarei? Mas comprida é a noite, e farto-me de me revolver na cama até a alva.
Quando me deito, digo: Quando vou me levantar? Mas a noite é longa, e me canso de me revolver na cama até o amanhecer.
Almeida
A minha carne se tem vestido de vermes e de torrões de pó; a minha pele endurece, e torna a rebentar-se.
Moderna
A minha carne se cobriu de vermes e de torrões de pó; a minha pele endurece e volta a se partir.
A minha carne se tem vestido de vermes e de torrões de pó; a minha pele endurece, e torna a rebentar-se.
A minha carne se cobriu de vermes e de torrões de pó; a minha pele endurece e volta a se partir.
Almeida
Os meus dias são mais velozes do que a lançadeira do tecelão, e chegam ao fim sem esperança.
Moderna
Os meus dias são mais velozes do que a lançadeira do tecelão, e chegam ao fim sem esperança.
Os meus dias são mais velozes do que a lançadeira do tecelão, e chegam ao fim sem esperança.
Os meus dias são mais velozes do que a lançadeira do tecelão, e chegam ao fim sem esperança.
Almeida
Lembra-te de que a minha vida é um sopro; os meus olhos não tornarão a ver o bem.
Moderna
Lembre-se de que a minha vida é um sopro; os meus olhos não voltarão a ver o bem.
Lembra-te de que a minha vida é um sopro; os meus olhos não tornarão a ver o bem.
Lembre-se de que a minha vida é um sopro; os meus olhos não voltarão a ver o bem.
Almeida
Os olhos dos que agora me vêem não me verão mais; os teus olhos estarão sobre mim, mas não serei mais.
Moderna
Os olhos dos que agora me veem não me verão mais; os seus olhos estarão sobre mim, mas eu não existirei mais.
Os olhos dos que agora me vêem não me verão mais; os teus olhos estarão sobre mim, mas não serei mais.
Os olhos dos que agora me veem não me verão mais; os seus olhos estarão sobre mim, mas eu não existirei mais.
Almeida
Tal como a nuvem se desfaz e some, aquele que desce à sepultura nunca tornará a subir.
Moderna
Assim como a nuvem se desfaz e desaparece, quem desce à sepultura nunca voltará a subir.
Tal como a nuvem se desfaz e some, aquele que desce à sepultura nunca tornará a subir.
Assim como a nuvem se desfaz e desaparece, quem desce à sepultura nunca voltará a subir.
Almeida
Por isso não reprimirei a minha boca; falarei na angústia do meu espírito, queixar-me-ei na amargura da minha alma.
Moderna
Por isso não reprimirei a minha boca; falarei na angústia do meu espírito, e me queixarei na amargura da minha alma.
Por isso não reprimirei a minha boca; falarei na angústia do meu espírito, queixar-me-ei na amargura da minha alma.
Por isso não reprimirei a minha boca; falarei na angústia do meu espírito, e me queixarei na amargura da minha alma.
Almeida
Sou eu o mar, ou um monstro marinho, para que me ponhas uma guarda?
Moderna
Sou eu o mar, ou um monstro marinho, para que você coloque uma guarda sobre mim?
Sou eu o mar, ou um monstro marinho, para que me ponhas uma guarda?
Sou eu o mar, ou um monstro marinho, para que você coloque uma guarda sobre mim?
Almeida
Quando digo: Confortar-me-á a minha cama, meu leito aliviará a minha queixa,
Moderna
Quando digo: A minha cama vai me confortar, o meu leito vai aliviar a minha queixa,
Quando digo: Confortar-me-á a minha cama, meu leito aliviará a minha queixa,
Quando digo: A minha cama vai me confortar, o meu leito vai aliviar a minha queixa,
Almeida
de modo que eu escolheria antes a estrangulação, e a morte do que estes meus ossos.
Moderna
de modo que eu preferiria a estrangulação, e a morte a estes meus ossos.
de modo que eu escolheria antes a estrangulação, e a morte do que estes meus ossos.
de modo que eu preferiria a estrangulação, e a morte a estes meus ossos.
Almeida
A minha vida abomino; não quero viver para sempre; retira-te de mim, pois os meus dias são vaidade.
Moderna
A minha vida abomino; não quero viver para sempre; afaste-se de mim, pois os meus dias são vaidade.
A minha vida abomino; não quero viver para sempre; retira-te de mim, pois os meus dias são vaidade.
A minha vida abomino; não quero viver para sempre; afaste-se de mim, pois os meus dias são vaidade.
Almeida
Que é o homem, para que tanto o engrandeças, e ponhas sobre ele o teu pensamento,
Moderna
O que é o homem, para que você tanto o engrandeça, e coloque sobre ele a sua atenção,
Que é o homem, para que tanto o engrandeças, e ponhas sobre ele o teu pensamento,
O que é o homem, para que você tanto o engrandeça, e coloque sobre ele a sua atenção,
Almeida
Até quando não apartarás de mim a tua vista, nem me largarás, até que eu possa engolir a minha saliva?
Moderna
Até quando você não desviará de mim o seu olhar, nem me deixará em paz, até que eu possa engolir a minha saliva?
Até quando não apartarás de mim a tua vista, nem me largarás, até que eu possa engolir a minha saliva?
Até quando você não desviará de mim o seu olhar, nem me deixará em paz, até que eu possa engolir a minha saliva?
Almeida
Se peco, que te faço a ti, ó vigia dos homens? Por que me fizeste alvo dos teus dardos? Por que a mim mesmo me tornei pesado?
Moderna
Se peco, que faço a você, ó vigia dos homens? Por que me fez alvo dos seus dardos? Por que me tornei um fardo para mim mesmo?
Se peco, que te faço a ti, ó vigia dos homens? Por que me fizeste alvo dos teus dardos? Por que a mim mesmo me tornei pesado?
Se peco, que faço a você, ó vigia dos homens? Por que me fez alvo dos seus dardos? Por que me tornei um fardo para mim mesmo?
Almeida
Por que me não perdoas a minha transgressão, e não tiras a minha iniqüidade? Pois agora me deitarei no pó; tu me buscarás, porém eu não serei mais.
Moderna
Por que não perdoa a minha transgressão, e não remove a minha iniquidade? Pois agora me deitarei no pó; você me procurará, porém eu não existirei mais.
Por que me não perdoas a minha transgressão, e não tiras a minha iniqüidade? Pois agora me deitarei no pó; tu me buscarás, porém eu não serei mais.
Por que não perdoa a minha transgressão, e não remove a minha iniquidade? Pois agora me deitarei no pó; você me procurará, porém eu não existirei mais.